quarta-feira, 29 de novembro de 2017

AÇÃO INTERSETORIAL ENTRE SEMTHAS E SAÚDE PROMOVE PALESTRA SOBRE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

A Prefeitura Municipal de Viçosa/RN, através da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Municipal do Trabalho, Habitação, Meio Ambiente e Assistência Social de Viçosa, em parceria com o ESF, NASF, ACS e CRAS, realizaram na tarde desta segunda-feira, dia 27 de novembro, um trabalho Intersetorial no qual foi realizada uma “Palestra Sobre Violência Contra a Mulher”, em alusão a Semana Municipal da Não Violência contra a Mulher. Participaram da reunião componentes do Grupo do Benefício de Prestação Continuada – BPC,  Grupo do Hiperdia, Grupo de Mulheres Família e Evolução e Grupo de Idosos Cidade Verde.
A Equipe Técnica do CRAS conduziu a atividade fazendo uma explanação  sobre a origem do Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher: em 25 de novembro de 1960, as irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”, foram brutalmente assassinadas pelo ditador da República Dominicana, por combaterem fortemente a ditadura. As mortes repercutiram, causando grande comoção no país e em 1999, a ONU instituiu 25 de novembro como o Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher e durante um dia no ano, incitam-se reflexões sobre a situação de violência em que vive considerável parte das mulheres em todo o mundo.
A violência contra a mulher tem sua raiz no sistema patriarcal que impõe uma necessidade de controle, apropriação e exploração do corpo, vida e sexualidade das mulheres e a violência é a punição para aquelas que não se enquadram no papel da boa mãe, filha e boa esposa. Além disto, sua origem esta, também, no sistema capitalista que impõe a divisão sexual do trabalho com papéis “naturais” para mulheres e homens. A violência acontece em todas as idades, classes sociais, etnias, religiões ou opções sexuais e pode ocorrer em qualquer âmbito: no trabalho por meio da desigualdade salarial, assédio moral e sexual; no casamento com agressão física, ameaça, calúnia, estupro; na sociedade devido aos papéis definidos para homem e mulher, a coisificação da mulher através da exploração de seu corpo pela mídia, o atendimento desumano em alguns postos de saúde.
Existe vários tipos de violência: psicológica, física, sexual, moral e patrimonial que pode ocasionar consequências tanto para as mulheres como para os filhos: como estresse pós-traumático, destruição da autoestima, depressão, pânico, comportamento antissocial, baixo desempenho escolar, fuga do lar, isolamento, agressividade, etc. É importante ressaltar que a maioria das mulheres continua numa relação violenta por medo de romper a relação e serem assassinadas, por vergonha; muitas vezes, por está isolada da sua rede de apoio, dependência econômica do parceiro violento, dentre outros.







Na mesma ocasião a SEMTHAS realizou mais um encontro com o Grupo de gestantes, do Programa de Atenção Integral à Família – PAIF juntamente com Estratégia Saúde da Família onde foi discutido tema de grande relevância para todos “A violência contra a mulher”. A violência contra a mulher pode enquadrar-se em várias categorias amplas, que incluem a violência realizada tanto por "indivíduos", como pelos "Estados". Algumas das formas de violência perpetradas por indivíduos são: Estuprosviolência doméstica ou familiar, assédio sexual.


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