Secretaria de Justiça e Cidadania chega a 17 dias sem um titular efetivo. Indicação depende de aliados do governo

 
Vilma: "As decisões estão paradas e não temos planos de ação e trabalho". 

A Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc) completa hoje, 17 dias sem a indicação de um secretário para o cargo. Desde a saída de Fábio Hollanda, no dia 17 de março, a pasta tem sido ocupada interinamente por Aldair da Rocha, titular da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed). Ele assumiu o cargo em caráter temporário e enfatizou, desde a sua convocação, o cumprimento de medidas apenas administrativas devido à sobrecarga das funções. 
Em contato da reportagem do Diário de Natal com a assessoria de imprensa do Governo do Estado, foi informado que a situação da pasta permanece inalterada. O anúncio do novo secretário, ainda sem previsão, depende das conversas da governadora Rosalba Ciarlini com seus aliados políticos. Ainda não se sabe se o Partido da República (PR) indicará o próximo secretário. A pasta até então ocupada por Fabio Hollanda era conduzida pelo deputado federal João Maia (PR). 
A assessoria de imprensa do Governo ainda esclareceu que enquanto o novo secretário de Justiça e Cidadania não é anunciado, o pedido de exoneração do coronel Severino Reis, coordenador do sistema penitenciário do RN, solicitado no dia 9 de março, não foi aceito pelo Governo. Segundo o Governo, o coronel Severino Reis continua na pasta até que o futuro secretário escolha o novo comandante para o setor. No entanto, ele não tem respondido pela função, principalmente, em tentativas de contato da imprensa. 
 
 
 
A atitude de uma professora que repreendeu um aluno ateu após ele permanecer em silêncio durante uma oração feita por ela causou polêmica em uma escola estadual de Minas Gerais.

O caso ocorreu há duas semanas na escola estadual Santo Antonio, em Miraí, cidade de 13,8 mil habitantes que fica na Zona da Mata, a 335 km de Belo Horizonte.
Quem discutiu com a professora de geografia foi Ciel Vieira, 17, ateu há dois anos. "Eu disse que o que ela fazia era impraticável segundo a Constituição. E a professora disse que essa lei não existia".
Ao notar a reação do estudante, ela lhe disse, segundo o relato do aluno, que "um jovem que não tem Deus no coração nunca vai ser nada na vida". O aluno se irritou, os dois discutiram, e o caso foi parar na diretoria da escola. O garoto gravou parte da oração e pôs no YouTube.
Lila Jane de Paula, a docente, não quis falar com a reportagem. Procurada, a Secretaria de Estado da Educação informou que a professora foi orientada a não rezar mais dentro da classe.
Fonte: Folha

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